segunda-feira, 30 de junho de 2014

# REALIZANDO INSTALAÇÃO, ATUALIZAÇÃO E BACKUP NO MOZILLA THUNDERBIRD

 Olá pessoal, neste post vou abordar algumas dicas de como fazer o backup dos dados do gerenciador de e-mails Thunderbird, utilizado para manipular contas de e-mails, bem como todos as mensagens recebidas e enviadas pelo usuário, no que diz respeito a correio eletrônico.

O Mozilla Thunderbird é semelhante ao Outlook da Microsoft, encontrado no pacote Office e também ao antigo Outlook Express que vinha no navegador Internet Explorer, também da Microsoft.

Bem vou iniciar com os passos necessário para instalar o aplicativo no Debian Linux, configurar uma conta simples para receber e enviar e-mails, fazer o backup e restaurar o mesmo em um sistema que tenha sido formatado e por fim, atualizar o Thunderbird, caso você tenha uma versão mais antiga.

Instalando o aplicativo

Passo 1: Fazer o download do aplicativo, no site do www.mozilla.org/pt-BR/thunderbird
Passo 2: Descompactar o arquivo:

#tar -xjvf thunderbird-24.6.0.tar.bz2



Passo 3: Copiar o diretório thunderbird, gerado após descompactar, para o diretório /opt.

#cp -r thunderbird /opt

Passo 4: Executar o aplicativo thunderbird localizado no diretório /opt, através do modo gráfico.


Tela de configuração de conta de e-mail



Passo 5: Para criar um atalho no menu Aplicativos,bem isso vai depender da configuração que você utiliza no seu GDM, no exemplo, eu utilizo uma máquina virtual com configuração limitada, não possuindo recurso gráficos. Segue abaixo um exemplo para criar atalho para o menu “Aplicativos”

No terminal

#gnome-desktop-item-edit /usr/share/applications/Thunderbird.desktop –create-new


Nome: Thunderbird
Comando: /opt/thunderbird/thunderbird

Obs.: o ícone do Thunderbird está localizado no diretório: /opt/thunderbird/chrome/icons/default/default256.png



Menu Aplicativos>Outros>Thunderbird

Criando uma conta de e-mail

Passo 1: Na janela “Bem-vindo ao Thunderbird”, clicar no botão “Ignorar e usar meu e-mail existente”.


Informar os dados referentes ao seu e-mail pessoal (provedor do serviço de e-mail). Após clicar em continuar.

Passo 2: Será verificado os dados preenchidos no passo anterior, caso estejam bem, devemos informar o protocolo responsável pelo recebimento: IMAP ou POP3.


Clicar em concluir após efetuar a escolha, será verificada sua senha e criada as pastas necessárias para organizar as mensagens.


Pronto, já podemos enviar e receber e-mails através do gerenciador de e-mails Mozilla Thunderbird. Agora realizarei o backup dos dados do aplicativo, dados como e-mails, contas e perfis do usuário.

Realizando o backup dos dados do Thunderbird

Quando necessitamos realizar a reinstalação do sistema operacional, é necessário realizar a cópia de dados para não perde-los. O Mozilla Thunderbird cria um um diretório oculto no diretório raiz do usuário (/home/usuario), denominado .thunderbird, nele ficam armazenados todos os dados do usuário e suas contas.
Para fazer o backup, basta copiar o diretório para um local seguro, seguindo os seguintes passos abaixo:

#cd /home/usuario
(lembrando que “usuario”, deve ser substituído pelo seu usuário)

#ls -la
(mostrar o conteúdo do diretório, inclusive as informações ocultas)

#cp -r .thunderbird /media/unidade_desejada
(copiar de forma recursiva, o diretório .thunderbird para o local desejado)

#ls -la /media/unidade_desejada
(exibir o conteúdo da unidade desejada, para confirmar se o arquivo foi copiado)


Restaurando dados do Thunderbird

Após a instalação do Thunderbird, substituir o diretório .thunderbird copiado anteriormente, pelo existente no diretório /home/usuario. Iniciar o aplicativo e verificar se as contas e e-mail copiados aparecem.

Passo 1: Copiar o diretório .thunderbird do local (unidade), onde foi armazenado o backup realizado anteriormente.


Obs.: para visualizar o diretório .thunderbird no modo gráfico é necessário, clicar no menu Ver>Exibir arquivos ocultos.

Passo 2: No terminal, logando com root, alterar as permissões do diretório .thunderbird, para realizar a substituição dos dados.

#chmod -R 777 /home/usuario/.thunderbird


Passo 3: Copiar o conteúdo (arquivos e diretórios) do diretório .thunderbird (backup), para o diretório /home/usuario. Este procedimento deve ser feito através do modo gráfico, substituindo seus elementos conforme solicitados.



Atualizando a versão do Mozilla Thunderbird

Normalmente é necessário alterar a versão de aplicativos, devido a novas atualizações realizadas pelos seus fabricantes e desenvolvedores. Por esse motivo, vou descrever alguns passos simples para verificar e atualizar a versão do Thunderbird.

Passo 1: Para verificar a versão do seu Thunderbird, basta ir até o menu Ajuda > Sobre o Thunderbird, localizado no botão “Exibir o menu do Thunderbird”.


No exemplo, estou utilizando a versão Thunderbird 24.2.0, e vou atualiza-lá para a versão Thunderbird 24.6.0.

Passo 2: Por motivos de segurança, é interessante realizar a cópia dos dados do aplicativo de acordo com o exemplo mostrador anteriormente, para evitar inconvenientes durante o processo de atualização.

Passo 3: Fazer o download da nova versão, do site: www.mozilla.org/pt-BR/thunderbird

Passo 4: Descompactar o arquivo:

#tar -xjvf thunderbird-24.6.0.tar.bz2


Passo 5: Copiar o diretório thunderbird, gerado após descompactar, para o diretório /opt.

#cp -r thunderbird /opt


Passo 6: Executar o aplicativo e verificar a tela de atualização.


Confirmado a nova versão: 24.6.0


sábado, 10 de maio de 2014

#COMEÇANDO O PHP DE FORMA SIMPLES E FÁCIL – PARTE.08 (EXCLUIR REGISTROS)


Agora vamos elaborar um pequeno script em PHP que será responsável por excluir um determinado registro de uma tabela qualquer do nosso banco de dados.

No exemplo abaixo, segue a linha responsável por identificar qual o registro a ser excluído, lembrando que neste caso estou definido um registro constante, onde o script funcionará somente uma vez, a não ser que substituamos o número do código do produto.

Neste caso criamos uma nova tabela no banco de dados “escola”, definida pelo nome de “cursos”, contendo os seguintes campos: codigo_curso, descricao_curso,horario_curso e obs_curso, também adicionamos dois registros para executar o script, como mostra a imagem abaixo.

Segue o exemplo do script:

<?php
//REALIZA A CONEXÃO COM O SERVIDOR E SELECIONA O BANCO
$conecta=mysql_connect(“localhost”,”root”,”123”);
mysql_select_db(“escola”);
//EXECUTA A EXCLUSÃO DO REGISTRO, CUJO O CÓDIGO É 2
$deleta=mysql_query("delete from cursos where codigo_curso=2");
echo"Registro excluído corretamente.<br>";
?>

Considerações finais

Geralmente o processo de exclusão de um registro de uma tabela do banco, é um processo complicado, pois o registro possui algum vínculo com outro, por exemplo, o cliente realiza uma compra de um determinado produto, gerando uma ligação entre a tabela clientes e a tabela produtos, caso o cliente seja excluído, não saberemos mais qual cliente comprou o produto específico.

Outro detalhe, o processo de exclusão é realizado com base em uma pesquisa realizada no banco, após esse processo temos uma referência para realizar a exclusão, um código de um determinado produto, por exemplo.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

#ATUALIZANDO O SOURCES.LIST DO DEBIAN 7


Bem, atualmente o Debian7 na versão Wheezy é meu sistema operacional, que utilizo em meus computadores, tanto o portátil quanto no de mesa. Também sempre estou instalando o mesmo em máquinas virtuais, para realizar testes em aplicações e comandos que necessito saber como vão se comportar no sistema operacional.

Neste post vou tentar recriar o processo de configuração dos repositórios de atualização do Debian, para isso vou partir do princípio que já possuo o sistema instalando de forma básica na máquina, no meu caso em uma VM do VirtualBox. O sistema foi instalado a partir de uma mídia de CD (debian-7.1.0-i386-CD-1.iso), contendo apenas o básico para funcionar em um computador qualquer, onde já testei essa versão em equipamentos com processadores de 1GHz com 256 MB de memória RAM, obtendo uma performance considerável em aplicações Web, como navegadores e aplicações de escritório, como editores de textos e planilhas eletrônicas.

Sempre que instalamos o sistema, o sources.list é padrão, não possuído dependências para instalar qualquer tipo de aplicação ou recurso, caso você tente instalar o “vim” que é um editor de textos um pouco mais simples de utilizar do que o “vi”, você não conseguirá, por esse motivo é necessário atualizar seu sources.list.

Abaixo descrevo os passos para realizar atualização do sources.list, bem como, algumas configurações e adaptações, para o mesmo funcionar e permitir o processo de personalização do sistema com aplicações que necessitamos no dia a dia. É claro que cada aplicação que será instalada no sistema depende de outros repositórios e outras configuração específicas.

Passo 1: Elaborar um sources.list a partir do site http://debgen.simplylinux.ch/, utilizando o ICEWEASEL, navegador padrão do Debian7.



Passo 2: Definir as seguintes configurações, claro que isso dependerá da sua necessidade. Para o exemplo utilizei as seguintes:
  • Select your country: United States
  • Select your release: Stable (wheezy)
  • Select your architeture: 32 bits
  • Select sources:
    • Main
    • Contrib
    • Non-free
    • Security
    • Updates
Após definir as informações necessárias, clicar no botão “Generate sources.list”.

Passo 3: Criar o novo sources.list, utilizando o terminal e logado como root.
  • Vamos mover o sources.list do seu diretório padrão para o diretório /home.
    #mv /etc/apt/sources.list /home
  • Criar o novo sources.list utilizando o editor de textos vi, depois copiar (ctrl+c) da Internet o conteúdo gerado no site, colar (ctrl+shift+v) no vi.
  • Salvar e sair (ESC :wq).
  • Atualizar o sistema.
    #apt-get update
Uma breve descrição do nosso sources.list, o que uma linha define, por exemplo:
  • deb – busca o pacote pronto para a instalação;
  • deb-src – busca a fonte do pacote;
  • http://ftp.br.debian.org/debian/ - informa o local onde o repositório deve ser buscado;
  • wheezy – a versão da distribuição;
  • main – área principal de armazenamento de arquivos do Debian;
  • contrib – área de pacotes que dependem de outros para serem baixados;
  • non-free – pacotes que dependem de licenças ou possuem alguma restrição para serem redistribuídos.

Passo 4: Resolvendo problema de chave pública.

  • Alguns problemas de chaves podem ocorrer durante a execução da atualização do sistema, para resolver o problema é necessário realizar alguns comandos:
    #apt-get install debian-keyring
    Comando responsável por instalar recurso para assinatura de chaves, caso seja necessário.
  • No exemplo, da imagem exibida acima, a chave que preciso agregar é o seguinte número: 07DC63D1F41B907 e comando é o seguinte.
    #gpg --keyring /usr/share/keyrings/debian-keyring.gpg -a --export 07DC63D1F41B907 | apt-key add -
Para testar executamos os comandos:
#apt-get update

#apt-get install vim gedit gdebi

Este por sua vez, instala o vim e o gedit, ambos editores de textos, o primeiro para o modo texto e o seguindo para o modo gráfico. Já o gdebi é um gerenciador gráfico de pacotes .deb, muito interessante para a instalação de aplicações que fazemos download.


terça-feira, 15 de abril de 2014

#COMEÇANDO O PHP DE FORMA SIMPLES E FÁCIL – PARTE.07 (ALTERANDO DADOS)


Neste post vou utilizar um exemplo, entre vários que existem na Internet, para alterar um determinado registro de uma tabela do banco, utilizado comandos PHP.

Passo 1: vamos construir um script que realize a pesquisa na tabela do banco, onde encontra-se o registro a ser alterado, armazenar seus dados em formulário dentro do próprio script e depois fica possível modificar seus dados e grava-los novamente na tabela de origem, utilizando como meio de identifica o registro, seu código.

Segue abaixo o script:

Descrição do código fonte:
  • Linha2: para o exemplo eu vou declarar uma variável com o nome de $codigo e atribuir um código existente na tabela alunos;
  • Linha3: estabelece a conexão com o servidor;
  • Linha4: seleciona o banco de dados;
  • Linha7: realiza uma pesquisa na tabela “alunos” e armazena os dados (campos e informações) referentes ao código 2 na variável $pesquisa;
  • Linha8: organizada os dados da variável $pesquisa em uma matriz com nome $linha;
  • Linha11: armazena a informação do campo nome, na variável $nome;
  • Linha12: armazena a informação do campo endereco, na variável $endereco;
  • Linha13: armazena a informação do campo email, na variável $email;
  • Linha14: armazena a informação do campo data_nescimento, na variável $nascimento;
  • Linha17 até linha24: é criando um formulário simples composto de campos de textos, para exibir os dados das variáveis $nome, $endereco, $email e $nascimento.
IMPORTANTE:
    1. Para exibir os dados de uma variável em um campo de texto é necessário utilizar o atributo “value”. Como no exemplo a seguir:
    Nome do Aluno(a)<input type=\"text\" name=\"nome\" size=\"20\" value=\"$nome\">
    2. Para permitir que o próximo script possa identificar qual registro desejamos alterar na tabela “alunos”, enviamos a variável código através da URL, por meio do comando action do formulário, como mostra o exemplo abaixo:
    <form method=\"post\" action=\"gravar_alteracao.php?codigo=$codigo\">
    Na opção action, o comando “gravar_alteracao.php” é o arquivo responsável por alterar os dados da tabela, então junto a ele enviamos uma variável denominada “codigo” e atribuímos a ela o código de identificação do registro a ser substituído.

Passo 2: script para gravar as alterações dos dados da tabela.

Descrição do código fonte:
  • Linha7: atribui a variável “codigo” o valor recebido do formulário de alteração dos dados, utilizando o método GET - É o método mais simples e mais limitado para se usar. Neste caso os valores e seus respectivos identificadores são transmitidos pela URL, não sendo preciso a abertura de uma nova conexão;
  • Linha8 até Linha11: utilizamos o método POST - Nesse método uma conexão paralela é aberta e os dados são passados por ela. Não há restrição referente ao tamanho e os dados não são visíveis ao usuário.
  • Linha14: nesta linha temos a presença do comando “UPDATE”, utilizado para alterar os dados de uma tabela pre definida. No exemplo, o registro a ser alterado será o que possuir o código referente a linha7.
Considerações Finais

No exemplo do post, utilizei uma variável que já possui atribuída a ela um determinado código. Então, o script somente funcionará para esse código em questão, seria necessário realizar o envio do código que o usuário desejaria modificar, poderíamos transmitir através de um link ou por meio de um formulário.
No próximo post farei um exemplo para demonstrar, mas fica aí o desafio, faça você mesmo.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

#COMEÇANDO O PHP DE FORMA SIMPLES E FÁCIL – PARTE.06 (inserindo dados no banco)


A ideia agora é criar um formulário em HTML para receber, validar e permitir o envio de informações para um script PHP que será responsável por gravar no banco de dados MySQL, criado no post anterior no PHPMYADMIN.

Passo 1: criar o formulário em HTML, para isso vou utilizar o Bluefish, mas pode ser feito em qualquer editor simples de texto, como o Bloco de notas ou até mesmo uma potente ferramenta de desenvolvimento Web.

Abaixo segue o código do formulário:

<html>
<body>
<p><h2>Cadastro de Alunos:</h2></p>
<form method="post" action="gravar_cadastro.php">
Nome do Aluno(a): <input type="text" name="nome" size="25" maxlength="80" autofocus required placeholder="Nome completo">
<br>
Endereço do Aluno(a): <input type="text" name="endereco" size="30" maxlength="100" required placeholder="Endereço completo">
<br>
E-mail do Aluno(a): <input type="email" name="email" size="35" maxlength="100" required placeholder="E-mail do aluno">
<br>
Data de Nascimento: <input type="date" name="nascimento" required placeholder="dd/mm/aaaa">
<br>
<input type="submit" value="Gravar">
</form>
</body>
</html>

Algumas características do código:
  • Tag <form>: utilizada para gerar a área correspondente ao formulário e seus respectivos campos. Neste mesmo comando temos o método de envio por meio de postagem de variáveis (method=”post”) e a ação resultante do envio de dados (action=”gravar_cadastro.php”), ou seja, o envio dos dados recebidos do usuário para o script que é responsável pela gravação no banco.
  • Tag input: utilizada para gerar um determinado tipo de campo no formulário.
  • Comando “name”: identifica o campo.
  • Comando “size”: tamanho visual do campo.
  • Comando “maxlength”: largura máxima de caracteres no campo.
  • Comando “autofocus”: posiciona o cursor do teclado no campo desejado.
  • Comando “required”: estabelece que o campo não pode ser vazio.
  • Comando “placeholder”: imprime um modelo de preenchimento no campo.
  • Tipos de campos:
    • text: campo de texto
    • e-mail: campo de texto exclusivo para e-mail
    • date: campo de texto exclusivo para datas, em alguns navegadores é mostrado um calendário para facilitar o preenchimento da mesma.
    • submit: gera um botão para submeter o formulário.
Passo 2: criando o script que vai receber os dados do formulário e gravar no banco de dados MySQL, neste caso o programa vai contar com a conexão com o banco de dados, o recebimento das informações do formulário e por último a gravação no banco.

Abaixo o código do programa:


Algumas características do código:

Linha 4: estabelece a conexão com o servidor, neste caso localhost por se tratar da máquina local.
Linha 5: seleciona o banco de dados.
Linhas 8, 9, 10, 11: atribuem as variáveis $nome, $endereco, $email e $nascimento os valores enviados pelo formulário.
Linha 14: utilizando o comando “insert into” é feito a gravação dos dados na tabela “alunos” do banco de dados “escola”.
Linha 18: é exibida uma mensagem para alertar o usuário do cadastro realizado.

Passo 03: Teste básico de envio de dados


Inserindo os dados no formulário.

Dados já gravados no banco de dados, visualizado pelo PHPMYADMIN.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

#COMEÇANDO O PHP DE FORMA SIMPLES E FÁCIL – PARTE.05 (phpmyadmin)


Utilizando o PHPMYADMIN para criar uma nova base de dados para armazenar informações.


  • Banco de dados: armazenar os dados de forma organizada e dinâmica para futuras consultas.
  • Formulário HTML: responsável por receber as informações digitadas pelo usuário.
  • Script PHP: validar e encaminhar os dados para uma determinada tabela do banco de dados.

Vou criar um novo banco de dados e uma nova tabela, utilizando o PHPMYADMIN, uma interface muito fácil para interagir no banco de dados MySQL. Caso você não tenha instalado, basta acessar o link abaixo:






Bem trabalho mais com a linha de Software Livre, por isso meus posts são voltados para Sistemas Debian Linux.


    1. Para acessar o PHPMYADMIN, basta abrir o navegador e digitar: localhost/phpmyadmi e informar a senha do root.
       
    2. Comando Banco de dados.


    1. Criar nova base de dados: informar o nome “escola” e tipo de codificação ao lado para “utf8_general_ci”, que é um tipo de codificação universal utilizado para representar qualquer tipo de caractere compatível com a tabela ASCII.

    1. Clicar sobre o nome do banco (painel esquerdo).
    2. Criar uma nova tabela na base escola. Informando o nome da tabela “alunos” e o número de campos (Number of columns) 5 (cinco campos) → codigo, nome, endereco, email e data_nascimento.

    1. Vamos preencher os dados conforme a tabela abaixo:

Coluna
Tipo
Tamanho/valores
Nulo
AI (auto-incremento)
codigo
Int
10

*
nome
Varchar
80


endereco
varchar
100


email
varchar
100


data_nascimento
date








Tabela criada dentro do banco de dados “escola”, para exibir a estrutura da da tabela, como mostra a figura acima, basta clicar sobre seu nome no lado esquerdo da janela, por exemplo.


    1. Vamos inserir dois registros na nossa nova tabela, para isso basta clicar no comando “INSERE” e preencher como mostra a figura abaixo.


    1. Por último, clique em visualizar e pronto, seus dados já estão cadastrados na tabela “alunos”.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

#INSTALANDO E CONFIGURANDO O PROXY - SQUID

Olá pessoal,

Neste post mostro como podemos criar um proxy com autenticação de usuários para uma pequena rede de computadores, onde poderemos filtrar os acessos a internet, bem como, centralizar e monitorar todos os dados que são acessados na Web.

A final o que é e para que serve um proxy de rede?


  • Compartilhar a conexão;
  • Impor restrições de acesso por: horário, IP, usuários;
  • Funcionar como um cache de arquivos Web;
  • Armazenar todos os acessos a páginas da Web;
  • Permitir a autenticação de usuários;
  • Software aberto.
1º Passo: Instalação
Vamos utilizar para o exemplo, o SQUID, que roda muito bem com qualquer distribuição derivada do Debian e também outras distribuições Linux. Eu já configurei o Squid no Ubuntu e no Debian sem problemas e com muita facilidade.

#apt-get update
#apt-get install squid



2º Passo: Processo de Configuração

Mover o arquivo de configuração original do Squid para mante-lo intacto, caso seja necessário realizar alguma consulta para sanar dúvidas posteriores.
 
#mv /etc/squid/squid.conf /home

Utilizando um editor de textos qualquer, vamos realizar a digitação do novo "squid.conf", arquivo que contém as regras de funcionamento do servidor proxy.

#vim /etc/squid/squid.conf

Digitar as linhas abaixo:


http_port 3128
visible_hostname Server_Squid

acl all src 0.0.0.0/0.0.0.0
acl localhost src 127.0.0.0/255.255.255.255
acl redelocal src 192.168.254.0/24

auth_param basic program /usr/lib/squid/ncsa_auth /etc/squid/squid_passwd
acl autenticados proxy_auth REQUIRED

http_access allow autenticados
http_access allow localhost
http_access allow redelocal
http_access deny all


Salvar as alterações do arquivo de configuração "squid.conf" e reiniciar o serviço.

#service squid restart

Descrição da linhas:

1. http_port → porta onde o serviço está disponível;
2. visible_hostname → nome do servidor;
3. acl all src 0.0.0.0/0.0.0.0 → política que estabelece que qualquer IP possa acessar o proxy;
4. acl localhost src 127.0.0.0/255.255.255.255 → utilizada para navegar no próprio proxy;
5. acl redelocal src 192.168.1.0/24 → define a classe de IPs dos micros da rede;

3º Passo: Baixar pacotes para autenticação de usuários

Para que a autenticação dos usuários seja feita, é necessário baixar alguns pacotes e realizar alguns ajustes ao servidor proxy para que isso aconteça, é necessário de adicionar ao servidor os usuários que poderão acessar a Internet.

Baixar os pacotes necessários.

#apt-get install apache2-utils mini-httpd


Criar o arquivo responsável por armazenar os nomes de usuários com acesso ao proxy.
 

#touch /etc/squid/squid_passwd

Adicionar os usuários ao arquivo "squid_passwd", tendo em vista que no exemplo o "fabricio" representa o nome do que terá acesso ao proxy, não é necessário que ele seja usuário do sistema operacional, onde o servidor está rodando.

#htpasswd /etc/squid/squid_passwd fabricio
(informar a senha e confirmar a mesma)

Descrição da linhas:

6. auth_param basic program /usr/lib/squid/ncsa_auth /etc/squid/squid_passwd →esta linha é responśavel por efetuar a autenticação dos usuários no proxy;

7. acl autenticados proxy_auth REQUIRED →informa que todos os usuários deverão passar por um autenticação para acessarem a Internet;

acl → lista de controle de acesso

8. http_access allow autenticados →libera todos os usuários autenticados pela regra da linha 7;

9. http_access allow localhost → libera o próprio navegador do servidor para ter acesso a Internet;

10. http_access allow redelocal → libera todos os computadores que possuírem a classe de IPs definida na regra da linha número 5;

11. http_access deny all →bloqueia todos os computadores que não se encaixam nas regras do squid.

5º Passo: 

Reiniciar o serviço

#service squid restart

6º Passo: Configurando as estações clientes

6.1. Para o exemplo será utilizado o "Mozilla Firefox", bastando ir até o menu                 Ferramentas/Opções ou Editar/Preferências (dependendo da versão);
6.2. Comando Avançado/Guia Rede;
6.3. Botão "Configurar Conexão";
6.4. Na opção "Configuração manual de proxy:"
     

6.5. Na opção "HTTP:" informar o IP do servidor proxy na opção "Porta:" informar a porta que será utilizada pelo serviço, neste caso será a porta "3128". Depois clicar em "Ok" e fechar o navegador.
6.6. Abrir o Mozilla novamente e será solicitado o "Nome do usuário" e a sua "Senha" para poder abrir o site desejado.



Pronto, o seu proxy já está funcionado de forma básica, no próximo post veremos como aplicar as ALC's para definir como o proxy vai tratar os usuários e suas respectivas regras. 
Espero que tenha de alguma forma facilitado o trabalho de profissionais que utilizam Linux ou até mesmo administradores de pequenas redes de computadores.

Até o próximo.